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Navegação turística na Amazônia: Belle Amazon pode ser fretado o ano inteiro
A melhor forma de conhecer a Amazônia, com riqueza de detalhes e experiências únicas – também em terra –, é viajando de barco pelos enormes rios da região. Recém saído de uma ampla reforma, o charmoso Belle Amazon pode ser fretado a qualquer período do ano. Ideal para incentivos, empresas, associações, famílias e grupos de amigos.

A embarcação integra o grupo da Cap Amazon Tropical Marketing, agência de marketing e comunicação de São Paulo, e é operado pela agência de viagens Turismo Consciente, com sede operacional em Alter do Chão, distrito de Santarém, no Pará.

Atualmente o Belle Amazon está baseado em Alter do Chão, a 37 quilômetros da sede de Santarém. Lá o barco fica ancorado no rio Tapajós, de onde parte para roteiros regulares e fretados.

“Por causa da estrutura, construído 100% com itaúba (Mezilaurus itauba), madeira de lei bastante resistente e natural da Amazônia, o barco tem condições de navegar em vários outros rios da região, como o Amazonas e o Negro”, explica a executiva de Contas da Cap Amazon, Paula Azeredo, responsável pela comercialização do produto.

“Barcos de madeira são mais gostosos, autênticos e refletem a região amazônica bem mais que os de alumínio”, destaca o administrador da Cap Amazon, Jean-Philippe Pérol. “Nossa maior preocupação está na segurança e no conforto dos passageiros e da tripulação”, enfatiza Pérol. “O Belle Amazon é um dos raros barcos de turismo na região do rio Tapajós que oferece cabines com camas (e não redes), ar condicionado e banheiros de uso exclusivo aos tripulantes. Zelamos pelo bem-estar de todos, literalmente”, reforça ele.

Personalização

De acordo com Paula, em um fretamento não há restrição de dias, e o roteiro é feito sob medida de acordo com os interesses e as preferências de quem o aluga. Vale destacar que tanto Pérol, que conhece muito bem os rios sobretudo nos Estados do Amazonas e Pará, quanto a Turismo Consciente podem ajudar na concepção da viagem.

O fretamento do Belle Amazon inclui tripulação, pensão completa, passeios com guias e taxas. Sobre a alimentação, o regime inclui café da manhã, almoço, petiscos, jantar e, quando necessário, lanche de trilha nas excursões terrestres. Bebidas estão inclusas. Confira: água, sucos, refrigerantes, cerveja e caipirinha de cachaça.

O Belle Amazon pode, sim, ser personalizado. Amenities, enxoval, itens das refeições e bebidas, entre outros, podem ser personalizados.

Estrutura e excursões

A embarcação prima pelo conforto das instalações e pelo amplo espaço, ao contrário da maior parte das embarcações que atua na região do rio Tapajós. O barco tem nove cabines suítes, todas com ar condicionado, e capacidade para acomodar 18 passageiros. As acomodações dos passageiros ficam no segundo e terceiro conveses.

No segundo convés também localiza-se uma grande sala de refeições, que pode ficar climatizada ou arejada – graças aos janelões que deixam entrar a brisa fluvial. No terceiro convés, há uma gostosa sala de estar, com sofás, um bar e um espaço externo – ideal para tomar uma caipirinha observando a natureza.

No quarto e último convés é uma grande área de observação 360 graus e ideal para um banho de sol, com espreguiçadeiras.

Em relação às excursões, a Cap Amazon e a Turismo Consciente têm uma visão muito particular do que é fazer turismo na Amazônia. “Nossos roteiros valorizam o lado cultural, histórico e social das comunidades indígenas, caboclas e quilombolas – juntas, elas são um dos maiores recursos locais”, destaca Jean-Philippe Pérol.

A proposta da Cap Amazon e Turismo Consciente para os passageiros do fretamento – ou viagem regular – do Belle Amazon é que ele faça um intercâmbio de forma respeitosa com a floresta, os rios e as populações.

Tudo isto demanda conhecimento, conversa e muito respeito junto às comunidades. “A gente faz o contato, pergunta se eles querem receber turistas e, com o sim, aí discutimos juntos as atividades”, explica a gerente de Operações da Turismo Consciente, Keissiane Maduro, a “Keissi”. Ela tem 34 anos e nasceu em Alter do Chão.

Keissi sabe quão importante e crucial este diálogo é necessário para uma parceria ganha-ganha. Indígena, ela faz parte da etnia borarí, originária da região do rio Tapajós. “Não é só a paisagem e as águas, há pessoas também e todos estão integrados”, enfatiza ela, que trabalha no turismo desde a sua graduação em administração de empresas.

A gerente integra a tripulação do Belle Amazon há mais de dois anos e faz parte do Coletivo de Mulheres Indígenas Suraras do Tapajós – “surara” no idioma nhengatu significa “guerreiro/a”.


Fonte: www.jornaldeturismo.tur.br


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