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O “boom”das corridas de rua e as influências delas no Turismo brasileiro
Não são apenas os grupos de corrida e os profissionais de educação física que estão se beneficiando dessa “onda” de corredores que estão ocupando o espaço público nos grandes centros e/ou cidades do interior. Hotéis, restaurantes, espaços fitness, guias turísticos, e etc conseguiram e ainda estão conseguindo faturar alto com esses esportistas. Isso porque muitas competições acontecem nos finais de semana em cidades próximas aos locais que esses atletas e/ou aspirantes a atletas treinam.Para se ter ideia em números: de acordo com a Federação Paulista de Atletismo, em 2016, foram realizadas 469 competições de corrida de rua com mais de 800 Mil inscritos. Isso só em São Paulo.

Se levarmos em consideração que a tendência do esporte já é uma realidade, nas 5 regiões do país, esse número acima tende a ser multiplicado. Provas como – Maratona Cidade de Salvador, São Silvestre, Dez Milhas Garoto (Espírito Santo), e Meia Maratona do Rio de Janeiro e SP- são alguns dos torneios mais conhecidos que fazem com que essas pessoas se locomovam para participarem dessas corridas.

” Algo importante de evidenciar é que esse corredor vai até a cidade para participar da competição. Ou seja, ele(a) espera um trajeto favorável, em um horário agradável, e com o suporte necessário para fazer e concluir a prova. Assim, incluir esse indivíduo no circuito turístico começa com a entrega de uma competição com qualidade. Em que esse atleta possa ter contato com as paisagens durante a corrida que fará. Diante da experiência positiva na prova, a chance dele estender o período na cidade é maior”, explica Lorena Peretti, especialista em viagens da Minds Travel.

No ano passado, o turismo foi responsável por 7,9% do PIB (Produto Interno Bruto) no país. Quem revelou os dados foi a Universidade de Oxford em parceria com a WTTC (Conselho Mundial de Viagens e Turismo). Além da lucratividade, o estudo revelou que o setor é responsável por 6,59 milhões de empregos. Assim, com as corridas de rua e esse turismo interno aquecido, o número de pessoas empregadas pelo turismo do esporte só tende a crescer nesse ano. A previsão, segundo o mesmo estudo, é dos empregos ultrapassarem a marca de 8 milhões em 2018.

” O que muitos brasileiros(a) entenderam é que correr não faz bem apenas para o corpo. Há benefícios mentais como o estímulo do raciocínio mais rápido e melhora na concentração. Além da interação social. Seja nas competições ou nos treinos. Ou seja, a corrida de rua é bom para o cérebro, para o físico, e para a economia turística das cidades do país”, explica Augusto Jimenez, psicólogo da Minds Idiomas.

Algo interessante que o setores de Turismo e Gastronomia podem ficar atentos é o perfil do corredor brasileiro. Segundo o Sebrae: 43% dos atletas têm entre 25 a 35 anos, 57% preferem correr sozinhos, e 44,8% optam por treinar de manhã. De posse desses dados redes hoteleiras e que promovem o turismo local conseguem ter uma noção melhor do que oferecer a esse turista esportistas.


Fonte: www.turismoemfoco.com.br


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