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Praia do Rosa é destaque no New York Times
A Praia do Rosa, no Litoral Sul de Santa Catarina, é destaque no jornal norte-americano The New York Times. O principal destino dos turistas que veraneiam em Imbituba foi tema de uma reportagem na seção de Viagem deste fim de semana sob o título: “Uma beleza de praia brasileira, refinada e intocada”.

A cerca de uma hora de carro de Florianópolis, a Praia do Rosa é retratada como um cenário encantador e descontraído, mas que lentamente tem atraído viajantes e investimentos em infraestrutura. Hoje, apenas duas ruas são pavimentadas.

Segundo o NYT, este quadro deve mudar, uma vez que novos moradores chegaram nos últimos anos para abrir pousadas, restaurantes e bares, na tentativa de transformar o local em um destino chique à beira-mar e que talvez possa atrair alguns dos visitantes regulares de Florianópolis.

Durante o verão, de acordo com o jornal americano, a vida noturna no Rosa começa ao pôr do sol, quando grupos de surfistas voltam da praia e casais e começam a preencher as mesas de clubes elegantes, alguns deles com vista para o mar e lagoas. Noite adentro, uma multidão de pessoas, a maioria com menos de 40 anos, sai dos bares em direção à rua principal bebendo caipirinhas de manga e usando óculos da última moda argentina. Como fundo, um som de reggae ao vivo e remixes de DJs internacionais.

A reportagem do New York Times revela ao leitor americano que o nome da praia é uma homenagem a Dorvino Manoel da Rosa, um dos primeiros pescadores a morar no local, uma simples vila de pescadores na década de 1970. Naquela época, não havia muita atividade na praia, e a estrada principal, que liga a cidade à BR-101, ainda não existia.

Alguns anos depois, o local foi descoberto por grupos de jovens brasileiros. Entre eles, estava Jacqueline Biazus, uma gaúcha que conta, em entrevista ao NYT, por que a praia a atraiu:

— As praias mais abaixo eram feias, assim nós dirigíamos para o Norte para encontrar as melhores, e tropeçamos no Rosa — conta ela, que visitou o local pela primeira vez em 1978, quando era uma hippie de 18 anos.

E por que o Rosa? Simplesmente porque não havia opções perto de casa que tivessem o mesmo afastamento ou ondas perfeitas para o surfe, ela explica.

Naquela época, não havia hotéis, e ela e os amigos alugavam casas de pescadores que viviam perto da praia e passavam os dias aproveitando as ondas. Foram várias noites em torno de fogueiras, tocando violão e ouvindo bossa nova. Eles não se abalavam com a falta de eletricidade. Segundo dizem os moradores locais, a energia elétrica só chegou ali depois do início dos anos 80.

O jornal afirma ainda que, hoje, esses mesmos hippies são a raiz da nova onda de atividade no Rosa. É o caso de Jacqueline, que decidiu construir a pousada Quinta do Bucanero, no Centro da Praia do Rosa, um local rodeado pela floresta tropical e montanhas arborizadas, com vista para a areia dourada e lagoas.

Empresários abriram restaurantes, hotéis, bares e boutiques. Nos últimos anos mais de três dezenas de empresas foram abertas. A julgar pelo número de prédios em construção, há mais crescimento por vir.


Fonte: Se engana, porém, quem pensa que os moradores do Rosa estão interessados em transformar a praia em novo point do verão, segundo o NYT.

— Claro que precisamos de viajantes para nos apoiar, mas não queremos que todo mundo descubra o Rosa e que a praia tenha reputação de cidade de festa”, diz Jacqueline. — Vir para cá é realmente para apreciar a beleza e tranquilidade do lugar, e com muitas pessoas, é difícil fazer isso.



Fonte: http://lugaresperfeitos.com.br


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