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Parabéns Capão do Leão / (RS), pelos seus 36 anos

A origem do nome Capão do Leão

As narrativas sobre a origem do nome do município de “Capão do Leão” são lendas transmitidas oralmente de uma geração para outra, na tentativa de elucidar a origem do nome, sendo normal nas narrativas orais as modificações dos relatos, por isso existem várias hipóteses, no entanto, observa-se a permanência de certos dados, como por exemplo, as palavras “Capão” (significado de mato), o “Leão” (como sendo um homem ou um animal), e também podemos observar rupturas e descontinuidades nas narrativas. Abaixo apresento três hipóteses que estão no senso comum:

– Uma delas é que esteve por aqui um circo e deste teria fugido um leão que se embrenhou no mato;

– A outra hipótese, é que no passado este lugar era trajeto de viajantes e tropeiros, estes paravam num comércio no Passo das Pedras, onde o proprietário era conhecido por Leão e como o mesmo residia num capão (pequeno mato ou intervalo de mato), tornou-se hábito dos viajantes dizerem vamos no Capão do Leão.

– Ainda há uma narrativa contada pelo Sr. Oli Lima , 76 anos, ex-tropeiro viajante que atravessava o Capão do Leão trazendo gado do Herval para Pelotas, onde fazia parte do trajeto a estrada que vai para o Cerro das Almas, isso na metade do séc. XX. Explicou que neste período, o que era muito comentado sobre a origem do nome do município, é que um homem havia sumido e seus familiares o procuravam sem encontrar, porém, ao observarem o cachorro da família de nome Leão, que só vinha em casa comer e em seguida sumia, decidiram segui-lo, encontrando-o em um capão, onde os familiares surpresos encontraram o homem morto.

Ainda segundo o historiador Joaquim Dias, a denominação de Capão do Leão já existia desde 1809, comprovado num documento requerido ao príncipe-regente português Dom João VI, solicitando a instalação de uma capela no “lugar denominado Capão do Leão da fazenda de Pelotas”. Mas o que sabemos, é que em 1813 iniciou-se a construção da catedral São Francisco de Paula, tornando-se uma freguesia e posteriormente o aglomerado urbano ao seu redor, deu origem a cidade de Pelotas.

O referido historiador explica em seu blog, que o nome “Capão do Leão” continuou aparecendo em diversos documentos durante o séc. XIX, em “Registros de viajantes, documentos eclesiásticos, contratos de venda, cartas da época farroupilha, jornais, etc”. E ainda em 1893 uma lei o eleva a distrito de Pelotas, ficando “distrito de Capão do Leão”.

As versões de um leão que fugiu de um circo, de um senhor que se chamava Leão, etc… não possuem provas lógicas e concretas no período que antecede ao ano de 1809, o índice mais provável é a existência de leões-baios que viviam pelas matas do território leonense durante aquela remota época e que originou o nome do município, como é o caso de outras cidades: Canguçú, (akã-guaçu = cabeça-grande), os guarani chamavam a onça-pintada ou jaguar, Arroio do Tigre, Boqueirão do Leão, Minas do Leão, etc.

As narrativas que estão no censo comum não são mentiras, mas simplesmente modificações que vão ocorrendo durante os anos, é como a brincadeira do telefone sem fio, passando de boca em boca no final há distorções.

Por: Catia Simone da Silva
Bacharel em Antropologia Social e Cultural


Pontos turísticos

Os pontos turísticos e de lazer do município estão também representados pelo patrimônio material dos prédios históricos, DEPREC, nas praças e monumentos, no patrimônio imaterial temos as lendas locais, o saber tradicional dos cortadores de pedra, no patrimônio ambiental estão representados as belas paisagens do horizonte, os campos, as matas nativas, as figueiras, butiazeiros, coqueiros, a fauna local entre outros, também temos as rochas graníticas encontradas nos pontos mais altos do território leonense.

– No centro: Praça João Gomes, a estátua do graniteiro, a pedreira EMPEM, pedreira do Enforcado, casa de cultura e biblioteca jornalista Hipólito José da Costa (Prédio da antiga estação ferroviária), igreja Santa Tecla, hotel e pousada Fazenda Santa Rita, os obeliscos de pedra em comemoração ao fim da Primeira Guerra Mundial e da Segunda Guerra Mundial, a Ferrovia Rio Grande-Cacequi, a Mesa de Pedra (marco de topografia do exército de 1949), o túmulo do Enforcado.
– No bairro Cerro do Estado: Encontra-se a pracinha do DEPREC, pedreira inativa, ASMIGRA, guindastes, Maria fumaça, galpões;
– Na localidade do Cerro das Almas (antes conhecido como Serranía del Pabón, segundo um mapa do século XVIII), encontra-se o “Dedão”.
– No Pavão estão as Fazendas: São José, Gruta, granjas e pesqueiros de traíra.

Por: Catia Simone da Silva
Bacharel em Antropologia Social e Cultural / UFPel

Turismo de aventura e esportes radicais

O município de Capão do Leão é rico em belezas naturais, principalmente para quem gosta de contato direto com a natureza, matos, campos, ar puro e muita tranquilidade. Assim, podemos dizer que o turismo está alicerçado nos vínculos com a territorialidade e o meio ambiente, destacando-se o bairro Cerro do Estado e a localidade Cerro das Almas que são os pontos mais altos do município, e propiciam muita adrenalina nas subidas e descidas, aos que visitam e vem praticar esportes de aventura ou até mesmo tomar um chimarrão com a família e amigos em meio as sombras das árvores no antigo DEPRC.

Essa integração entre homem e natureza está trazendo para o município uma cultura de pessoas que gostam de esportes de aventura, tais como: caminhadas, Mountain-bike, downhill, trilhas de motos, quadriciclos, jipes, entre outros veículos. Ainda tem o rapel, que é uma atividade com cordas de subidas ou descidas verticais pelas rochas das pedreiras inativas do município, principalmente na pedreira do Cerro do Estado, todas essas práticas estão acompanhadas de paisagens incomuns nas grandes cidades.



Fonte: www.prefeitura.capaodoleao.com.br


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