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Aniversário de Cafelândia (São Paulo)

Cafelândia é um município brasileiro do estado de São Paulo. Localiza-se a uma latitude 21º0409 sul e a uma longitude 49º3616 oeste, estando a uma altitude de 445 metros. Sua população estimada em 2014 era de 12.462 habitantes.

Possui uma área de 920,280 km².

Com muitos desbravadores pioneiros já instalados nestas paragens, Cafelândia tem sua origem, como comunidade, na Estação da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil (NOB), inaugurada no ano de 1906. Ostentando o nome da Estação, ou seja, Presidente Afonso Pena, veio se formando um povoado em terras que foram de propriedade das famílias Zucchi, Guedes e Beraldo Arruda, divididas e separadas pelo córrego Saltinho. De um lado, Zucchi e Guedes, de outro, Beraldo Arruda.

O nome atual do município decorre da pujança dos então muitos milhões de pés que cobriam grandes áreas de terras outras, inclusive, pertencentes às famílias Simões, Junqueira, Mesquita, Moraes Barros, entre os maiores proprietários da época. Em outras palavras, esse avanço extraordinário, em solo que se desbravava apressadamente, inspirou o nome de Cafelândia, passando assim predominância para o mapa.

Dos pioneiros estão entre os mais antigos, os Simões, desde que seu líder e tronco da família, coronel Manoel Rodrigues Simões, navegando pelo Tietê, aportou na região do Bacurí, hoje território do distrito de Bacurití, sendo que, ao que consta, foi o precursor de todo o município. Desde a chegada dos pioneiros Simões, em 1896.

Quanto ao tamanho, Cafelândia é o maior município da região, em extensão territorial, com 982 quilômetros quadrados. A população é de 17.000 habitantes, aproximadamente, com prevalência na zona urbana. Está localizada a 432 quilômetros da capital do Estado e sua altitude é de 416 metros. De vila, Cafelândia passou a distrito de paz, em 1919. O município data de 11 de Abril de 1926, tendo sido elevado à categoria de comarca em 1934, instalada no dia 24 de agosto daquele ano. Cafelândia sediou o bispado que aqui se instalou no ano de 1929, com o que foi seu primeiro bispo, dom Ático Eusébio da Rocha, e perdurou até a transferência de sua sede para a vizinha cidade de Lins, isto em 1950.

O primeiro juiz de direito foi o doutor Arnaldo Ferreira Lima, e a primeira promotoria de justiça coube ao doutor Wesley Gabriel de Souza Soler. O primeiro prefeito de Cafelândia (1926) foi o coronel Maurício Gonçalves Moreira, então escolhido juntamente com o primeiro vice-prefeito, Ajax Furquim Leite. O coronel Juvêncio de Oliveira ocupou o cargo de primeiro presidente da Câmara de Vereadores.

Cafelândia tinha toda sua economia sustentada, exclusivamente, no café, até que no ano de 1929 veio a detonar a catastrófica CRISE DO CAFÉ, produto que, via de conseqüência, passou a valer NADA! O cataclismo, cujos efeitos perduraram alguns anos, deu causa à, no mínimo estranha, incineração do café funcionando dia e noite, ininterruptamente. Cafelândia obviamente, face à inexistência absoluta de outros recursos econômicos, inexoravelmente parou no tempo durante longo período. Foi tão profunda a agressão sofrida no passado que até hoje tem sido difícil e demorada a reparação dos danos.

Contudo, como é público e notório, a esperança se robustece a cada dia, de modo que o desânimo jamais prosperou. Destarte, como se verifica, insiste em se refazer, procurando superar as dificuldades, que são muitas. Estas, tudo indica, vêm de tempos, digamos, remotos, com certeza como reflexos das gigantescas e pavorosas perdas impostas abruptamente, como se, da noite para o dia, sem possibilidade de defesa, pela degringolada do café, ocorrida em 1929.

São coisas da vida, simplesmente, sem alardear otimismo e muito menos, isto é, sem mínimos e nauseantes laivos de pessimismo. O realismo, eis a alternativa. Aquelas experiências, às vezes muito duras, drásticas, pela quais o homem ou algo tem de passar, aceitando-as, todavia, com resignação, porém sobranceiramente, sem capitular.

Em suma, apesar dos pesares, vive-se em Cafelândia como se no melhor dos mundos possíveis, graças a Deus, no seio aconchegante de uma comunidade generosa, acolhedora e solidária, feliz e realizada por viver num solo de cujas entranhas brota e jorra abundantemente, a melhor ÁGUA do planeta... Falou-se em não alardear otimismo, e parece até contradição, mas verificam-se razões plausíveis, de algum tempo a esta parte, para referir-se a Cafelândia com alto astral, sim senhor. Embora deixe ainda muito a desejar a restauração da vida no campo, espaço que alcançou o clímax na época do reinado do café, o perímetro urbano dá sinais inequívocos de boas e inegáveis melhorias.

O comércio e a indústria têm avançado razoavelmente. Existem, incorporados à cidade, vários núcleos populacionais, inclusive 2 COHABs, em franco desenvolvimento. Além de muitas construções, umas em fase de acabamento e outras iniciadas, demonstrando interesse das pessoas, cuja confiança em Cafelândia é evidente e aumenta a cada dia.

Incontrastável expansão, embora lenta e modesta (mas não deixa de ser expansão e com movimentação bem transparente), do comércio e da indústria. Entre outros indícios inequívocos do progresso em Cafelândia, e com este a cidade chega a esnobar, é o número incrível de automóveis. Fenômeno jamais visto, em qualquer época ou fase progressiva. Mas isto é muito bom, como será bom tudo que vier a ser bom para o bem de Cafelândia, como conquista perene e inalienável da dedicação e do desprendimento.

(por: Ângelo Palmezam)

HISTÓRICO

A fundação de Cafelândia coincide com a inauguração da Estação Afonso Pena, da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, a antiga NOOB.

Seu nome é devido ao grande plantio de café, que fez deste município, um dos maiores produtores mundiais.

Seus primeiros moradores foram: os irmãos José e Jacob Zucchi, Coronel Maurício Gonçalves Moreira, Pedro Theodoro Raposo dos Santos, José de Oliveira Guedes, Coronel Beraldo Arruda e Isadora Pinto de Carvalho.

O coronel Beraldo Arruda e José Zucchi, pretendendo colonizar as terras de sua propriedade, doaram glebas aos povoadores que aí chegassem. Surgiu, assim, um núcleo, sendo os primeiros moradores, além dos fundadores, Jacob Zucchi, coronel Maurício Moreira, Pedro Teodoro Raposo dos Santos e José Guedes.

Em 1916, a Estrada de Ferro Noroeste do Brasil inaugurou a estação Afonso Pena, em terrenos doados pela firma J. Zucchi & irmãos e, como essa Estação ficasse distante do povoado, José Zucchi mandou edificar a povoação de Afonso Pena, à margem esquerda do córrego Saltinho. Na outra margem, em terras doadas por Beraldo Arruda, surgiu o povoado de Cafelândia, assim denominada, por ser grande a cafeicultura da região.

A rivalidade entre as duas vilas, Pena e Cafelândia, propiciou o progresso de ambas.

Em 1919, com a criação do Distrito de Cafelândia houve a união dos dois núcleos.

GENTÍLICO: CAFELANDENSE.

FORMAÇÃO ADMINISTRATIVA

Distrito criado, com a denominação de Cafelândia, por Lei no 1663, de 27 de novembro de 1919, no Município de Pirajuí.

Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920, a vila de Cafelândia figura como Distrito do Município de Pirajuí.

Elevado à categoria de Município com a denominação de Cafelândia, por Lei Estadual no 2113, de 30 de julho de 1925, desmembrado de Pirajuí. Constituído do Distrito Sede. Sua instalação verificou-se no dia 28 de fevereiro de 1926.

Segundo a divisão administrativa referente ao ano de 1933, Cafelândia se compõe unicamente do Distrito deste nome. Lei no 2650, de 17 de janeiro de 1936, cria o Distrito de Vila Simões e incorpora ao Município de Cafelândia.

Nas divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, e no quadro anexo ao Decreto-lei Estadual nº 9073, de 31 de março de 1938, o referido Município figura com o Distrito da Sede e o de Vila Simões.

Pelo Decreto Estadual n.º 9775, de 30 de novembro de 1938, que fixou o quadro territorial para vigorar no qüinqüênio 1939-1943, o Município de Cafelândia passou a abranger o novo Distrito de Mesquita, constituído com parte do território do Distrito sede. Assim, por força desse Decreto, o referido Município ficou composto pelos Distritos de Cafelândia, Mesquita e Simões (Ex-Vila Simões).

De acordo com o Decreto-lei Estadual nº 14334, de 30 de novembro de 1944, que fixou o quadro da divisão territorial administrativo-judiciária do Estado de São Paulo, em vigência no período 1945-1948, Cafelândia perdeu parte do território do Distrito da sede, anexada ao de Guarantã, do novo Município deste nome, e adquiriu os Distritos de Bacuriti e Cafesópolis; o primeiro formado com partes dos territórios dos Distritos de Simões e Sabino, respectivamente, dos Municípios de Cafelândia e Lins, e o segundo, criado com parte do território do Distrito de Inhema (ex-Mesquita), do Município de Cafelândia.

Pelo citado Decreto, Cafelândia se compõe dos Distritos de Cafelândia, Bacuriti, Cafesópolis, Inhema (ex-Mesquita) e Simões.

Lei Estadual no 233, de 24 de dezembro de 1948, desmembra do Município de Cafelândia o Distrito de Julio Mesquita (ex-Inhema).

Assim permanece o quadro territorial para vigorar no período de 1949-1953. O Município de Cafelândia é constituído de 4 distritos. Cafelândia, Bacuriti, Cafesópolis e Simões (ex-Vila Simões).

Em divisao territorial datada de 01-VII-1960, o Município de Cafelândia é constituído de 4 Distritos: Cafelândia, Bacuriti, Cafesópolis e Simões.

Assim permanecendo em divisão territorial datada de 15-VII-1997.


Fonte: Wikipédia


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