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05 de março, dia da música clássica
Música clássica, música de concerto ou música erudita é o nome dado à principal variedade de música produzida ou enraizada nas tradições da música secular e litúrgica ocidental. Abrange um período amplo que vai aproximadamente do século IX até o presente[1] e segue cânones preestabelecidos no decorrer da história da música. Apesar do nome que remete a algo do passado ou antigo, esta variedade de música é escrita também nos dias de hoje, através de compositores do século XXI que criam obras inéditas, originais e atuais.

Alguns estudiosos definem a música de concerto como aquela que se baseia principalmente na clareza, no equilíbrio, na objetividade da estrutura formal, em lugar do sentimentalismo exagerado ou da falta de limites de linguagem musical. Já segundo o Dicionário Grove de Música, este tipo de música seria fruto da erudição e do estudo formal e não apenas das práticas folclóricas e populares.[2] Esta última definição porém é controversa ao não observar a existência de gêneros musicais normalmente associados à música popular e que simultaneamente são fruto do estudo, como o choro brasileiro, o rock progressivo, o tango de Astor Piazzolla entre muitos outros, todos marcados pela erudição musical, há ainda o fato de diversos compositores eruditos que utilizaram amplamente a música popular e folclórica como inspiração para compor suas obras, como é o caso de Heitor Villa-Lobos e Guerra-Peixe no Brasil ou ainda o caminho inverso: Nomes geralmente associados à música popular que transitaram também pela música de concerto, como é o caso do ícone da Bossa Nova, Tom Jobim, que compôs sinfonias. Dessa forma, a linha que separa a chamada música erudita da música popular seria muito frágil, e nunca houve de fato um consenso de onde estaria o ponto em que ocorreria uma suposta separação. Segundo grandes estudiosos da música e de teoria musical, o termo que melhor representa a música dos grandes compositores é música de concerto, o que demonstra a impossibilidade de classificá-la, pois como afirma Ênio Squeff, Beethoven não tem nada de erudito, nem Villa-Lobos. A música de concerto é aquela inclassificável. É a gênese da atividade musical.[3]

Basicamente, a música ocidental distingue-se de outras formas de música por seu sistema de notação em partituras, em uso desde o século XVI.[4] O sistema ocidental de partituras é utilizado pelos compositores para prescrever, a quem executa a obra, a altura, a velocidade, a métrica, o ritmo e a exata maneira de se executar uma peça musical. Isto deixa menos espaço para práticas como a improvisação e a ornamentação ad libitum, que são ouvidas frequentemente em músicas não europeias (ver música clássica da Índia e música tradicional japonesa) e populares.[5][6] O gosto do público pela apreciação da música formal deste gênero vem entrando em declínio desde o fim do século XX, marcadamente nos países anglófonos.[7] Este período viu a música clássica ficar para trás do imenso sucesso comercial da música popular, embora o número de CDs vendidos não seja o único indicador da popularidade do gênero.[8]

O termo música clássica abrange uma série de estilos musicais, desde intricadas técnicas composicionais (como a fuga)[9] até simples entretenimento (operetas).[10] O termo só apareceu originalmente no início do século XIX, numa tentativa de se canonizar o período que vai de Bach até Beethoven como uma era de ouro.[11] Na língua inglesa, a primeira referência ao termo foi registrada pelo Oxford English Dictionary, em cerca de 1836.[1][12] Hoje em dia, o termo clássico aplica-se aos dois usos: música clássica no sentido que alude à música escrita modelar, exemplar, ou seja, de mais alta qualidade, e, stricto sensu, para se referir à música do classicismo, que abrange o final do século XVIII e parte do século XIX.


Fonte: Wikipédia


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