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Aniversário de São João do Rio do Peixe (Paraíba)

São João do Rio do Peixe, também conhecida por Antenor Navarro ou simplesmente Antenor, é um município brasileiro do Estado da Paraíba. Está localizado na Região Geográfica Imediata de Cajazeiras. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2006 sua população era estimada em 17.838 habitantes. Área territorial de 474 km².

Formação geológica e pré-história local

Após milhões de anos de formação e sedimentação do solo, foi percebido em estudos recentes [6] dados mais claros sobre o processo que levou a atual moldura do relevo e tipo de solo onde esta localizado o município. A cidade foi construída sob uma formação chamada Formação Antenor Navarro[7] de Arenitos e Micáceos, o que favoreceu em parte a erosão natural feita pelo Rio do Peixe.

Há cerca de 10.000 anos houve a extinção das Preguiças-gigante e outros animais da Megafauna no continente americano. No município onde hoje esta localizado O Hotel da Estância Termal do Brejo das freiras, foi encontrada em 1944 [8] um fóssil deste gênero e hoje encontra-se em exposição permanente no Museu nacional na cidade do Rio de Janeiro.
Colonização

A ocupação da região onde hoje se encontra o município de São João do Rio do Peixe remonta ao século XVII, quando as sesmarias do sertão Pernambucano são divididas. A atual área do município ocupava a região chamada Ribeira do Rio do Peixe. No mesmo século essa região começou a ser explorada quando Luis Quaresma Dourado, da Paraíba, e pela família D’avilla, integrante da Casa da Torre, na Bahia.

Como modo de afirmar seu próprio controle e o da coroa portuguesa sobre as sesmarias a família dÁvila passou a conceder títulos (capitão-mor, sargento-mor entre outros) a quem pudesse ajudar a estabelecer o domínio sobre as terras. No início do Século XVIII chega a região o sargento-mor Antônio José da Cunha, estabelecendo uma grande fazenda e gado e a posse da área no ano de 1708. A época de sua chegada o fazendeiro estabeleceu contato com os indígenas denominados Icós-Pequenos – pertencentes nação Cariri –, e o último relato sobre esses indígenas é datada de 1740, quando estavam aldeados pelo padre José Matos Serras.

Na segunda metade do século XVIII se estabelece na região a família Dantas, e em 1765 se estabelece na Fazenda São João o capitão-mor João Dantas Rothéa. Junto à fazenda de Dantas foram se estabelecendo varias outras habitações, segundo Pereira (2009) a existência de uma capela na propriedade contribuía para a aproximação dos novos moradores.

Meio ambiente e biodiversidade

Boa parte da vida natural da região encontra-se extinta, grande e médios mamíferos foram caçados em sua totalidade, como as Onças Suçuaranas e os Veados-catingueiros, além de muitas aves aquáticas e de canto belo, que acabou chamando atenção para sua captura e criação em cativeiro, dado o comportamento popular de aprisionar estas variedades de animais.

Outro fator que contribui o para a redução da vida natural foi o desmatamento para criação de rebanhos de gado e cabras, retirando assim lugares usados pelos animais para alimentação e reprodução. Os veados e as onças hoje são apenas lembradas em histórias de caçadas em serras vizinhas ao município.

A fauna restante na região resume-se em grande parte a espécies de aves[10] que podem ser encontradas no ambiente natural bem como criadas em gaiolas, como Galos-de-campina ou para caça esportiva, como exemplo as Marrecas.



Fonte: Wikipédia


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