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Países para onde quase ninguém vai buscam visitantes
Muitos destinos, populares para viajantes de todo o mundo, vendem-se sozinhos. Alguns, no entanto, não apenas sofrem com os baixos índices de chegadas como também acreditam que haja um potencial turístico que, por diferentes motivos, não teve a oportunidade de crescer. Durante a última Feira Internacional de Turismo de Madri (Fitur), alguns desses destinos reivindicaram uma maior visibilidade e o direito a mudar a imagem de destinos não-turísticos.

Segundo informações do periódico espanhol El País, os argumentos apresentados reforçam que o Turismo poderia contribuir na geração de empregos — sobretudo em países marcados pela pobreza extrema —, além de desmanchar a imagem, de acordo com eles, errôneas de insegurança aos visitantes.

A seguir, confira a lista desses destinos.

IRÃ

Ao falar em Irã, em geral, as pessoas se lembram de sua teocracia islâmica e até mesmo de alguns atritos com os Estados Unidos, visto seu programa nuclear. No entanto, abrigando 17 localidades protegidas pela Unesco, o país tem uma história, cultura e arquitetura ricas, o que chama a atenção de diferentes perfis de turistas.

Embora esteja em meio ao Oriente Médio, cuja atenção é sempre associada ao grupo extremista Estado Islâmico, a segurança do país não é realmente um fator que deveria afastar os turistas. Segundo índice de segurança e proteção do Fórum Econômico Mundial, cuja escala vai até 136, o Irã está em 87º.

PALESTINA

Cidades históricas, com cultura árabe, cristã e judaica, como Jerusalém, Belém, Nablus e Jericó, perdem muitos potenciais visitantes por conta da imagem internacional da Palestina. Palco de conflitos com Israel há décadas, as visitações à Terra Santa sofrem constantes oscilações.

Segundo o Fórum Econômico Mundial, em 2016, foram contabilizadas cerca de 1,5 bilhão de visitantes. Em relação à segurança e proteção, o país não foi incluído na lista do fórum.

BÓSNIA E HERZEGOVINA

Seja pela Primeira Guerra Mundial ou, principalmente pela Guerra da Bósnia, que resultou no genocídio de mais de oito mil bósnios muçulmanos, a Bósnia e Herzegovina não é exatamente um país turístico. Apesar disso, nos últimos cinco anos o número de visitantes cresceu.

Com chegada de 777 mil viajantes em 2016, o país ainda arrecadou cerca de US$ 770 milhões. No ranqueamento de segurança, ocupa a 76ª colocação.

NICARÁGUA

Marcado por uma guerra civil, em 1990, e por uma crescente desigualdade social, o país é um dos que mais tem crescido na região em termos de Turismo, segundo o Banco Mundial. Com paisagens naturais preservadas, em meio a nove vulcões e resquícios de uma arquitetura hispânica, praias paradisíacas atraem os visitantes. Em relação à segurança, o país ocupa a 65ª colocação.

NÍGER

Alguns países africanos sofrem com uma visão negativa, em relação Turismo, devido à extrema pobreza em que suas populações vivem. É o caso de Níger, que ocupa a penúltima colocação no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Além disso, o país ainda sofre com a presença de grupos terroristas nas fronteiras com A Nigéria, Mali e Líbia.

Não computado junto ao índice de segurança e proteção, o país recebeu em 2016 cerca de 152 mil visitantes. As autoridades turísticas do país destacam que o crescimento de visitantes fomentaria as atividades do setor e, consequentemente, promoveria a criação de empregos.

SUDÃO

O Sudão, e não o seu vizinho Sudão do Sul, vive em paz e recebeu cerca de 700 mil turistas em 2016. Ao todo, o país ainda abriga mais de 200 pirâmides de faraós africanos e lugares incluídos no Patrimônio Mundial da Unesco.

O único desafio aos visitantes, contudo, é a precária infraestrutura — o que não necessariamente seja um empecilho a determinados visitantes. Em relação à segurança e proteção, o país ocupa a 87ª colocação.

EL SALVADOR

Embora esteja nas últimas colocações em relação à segurança e proteção, na 134ª posição, para o ministro do Turismo de El Salvador, José Napoleón Duarte, o país tem potencial. Sou ministro há nove anos e a chegada dos turistas cresceu 5% nos últimos oito anos, mas em 2017 esse aumento foi de 9,5%, afirma. Segundo ele, o setor representa 5% do PIB nacional e há o interesse governamental em fortalecê-lo.

VENEZUELA

A crise vivida pelo governo de Nicolás Maduro vai além da política. De acordo com dados da Unicef, houve um aumento na criminalidade, desabastecimento de produtos de primeira necessidade e crescimento da desnutrição da população.

Com a queda no lucro do petróleo, o país tem tentado obter retorno com o investimento no Turismo sustentável. Atualmente ocupa a 131ª colocação do ranking de segurança e, em 2016, registrou 681 mil visitantes.


Fonte: Panrotas


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