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Parabéns Arapiraca (AL), pelos seus 93 anos


Apresenta 19.1% de domicílios com esgotamento sanitário adequado, 74.4% de domicílios urbanos em vias públicas com arborização e 12.2% de domicílios urbanos em vias públicas com urbanização adequada (presença de bueiro, calçada, pavimentação e meio-fio). Quando comparado com os outros municípios do estado, fica na posição 38 de 102, 28 de 102 e 41 de 102, respectivamente. Já quando comparado a outras cidades do Brasil, sua posição é 3695 de 5570, 2813 de 5570 e 2563 de 5570, respectivamente.


Árvore Arapiraca: frutos que geram acolhimento, prosperidade e desenvolvimento

A árvore Arapiraca é o símbolo singular da segunda maior cidade de Alagoas. A história que se confunde com o tempo nos leva a viver o passado no presente.

Nesta segunda-feira, 30 de outubro, a Capital do Agreste, a cidade do fumo, completará 93 anos de emancipação política e festejará sua independência.

Como disse seu mais nobre desbravador, o agricultor, historiador e um dos filhos mais ilustres vindo de outras terras, Manoel André, chegou por aqui e logo se aconchegou debaixo de uma Arapiraca.

Essa Arapiraca, por enquanto, é a minha casa”. Frase do desbravador, que no século XIX, em 1848, eternizou a árvore como símbolo pioneiro de uma cidade que surgiu, cresceu e prosperou gerando bons frutos de acolhimento, prosperidade e desenvolvimento social e econômico no interior de Alagoas.

Arapiraca, tornou-se conhecida mundialmente pela cultura do fumo, que gerou riquezas para sua gente a partir da década de 1970. Dos agricultores que se transformaram em empresários às famílias que se sustentaram com o cultivo da plantação do fumo.

Uma espécie nativa

A árvore Arapiraca que acolheu Manoel André, quando deitou sobre sua sombra para se alimentar e descansar do trabalho sob sol forte é da família da Leguminosas Mimosáceas (Piteodolobim), uma espécie de angico-branco, nativa no Agreste e no Sertão de Alagoas.

Referências sobre a história da árvore e da própria cidade são encontradas hoje em sites, portais, blogues, revistas e livros. Mas, o que relata a história de forma peculiar é ainda o livro “Arapiraca através do tempo”, do pesquisador e historiador Zezito Guedes.

Sobre a história de Manoel André e a árvore Arapiraca, Zezito Guedes descreve da seguinte forma:

“Quando realizava o primeiro desmatamento na área, auxiliado por trabalhadores, num dia de muito sol, Manoel André escolheu a árvore sombria, onde pudesse descansar ao meio-dia. Encostou ali os instrumentos de trabalho, e cuidou de preparar a boia, quando então, usou as seguintes palavras: – Essa Arapiraca, por enquanto é a minha casa. Este seria o primeiro ponto de referência, o marco que, através do tempo, passaria a história”.

O cenário ainda está por lá, às margens do Riacho Seco, à época, nos dias de hoje Riacho Piauí, na Serra dos Ferreiras. A centenária árvore Arapiraca foi tombada no século XXI, em 2007, como Patrimônio Natural do município alagoano. Um marco histórico, que se transformou em ponto turístico para os moradores e visitantes desta terra prometida.

A origem da palavra

Arapiraca tem origem indígena. Seu significado é: “ramo que arara visita”. Essa relação tem a ver pelo fato de o Agreste alagoano ter sido terra de povos indígenas, porém, desde o século XVI a região passou a ser ocupada e povoada por portugueses.

Para cultivar a árvore, a Prefeitura de Arapiraca mantém o cultivo da planta em praças públicas. No Bosque das Arapiracas, a maior área verde concentrada no Centro da cidade, há dezenas de Arapiracas, que fazem referência ao nome do lugar.

Já na Praça Luiz Pereira Lima, mais conhecida e batizada pelos arapiraquenses como ‘Praça da Prefeitura’, por ter abrigado a sede do governo municipal, há também o cultivo da árvore que brota sombra e acolhe os frequentadores das praças, assim como acolheu a Manoel André e abriga milhares de famílias que escolheram Arapiraca para morar.


Fonte: http://web.arapiraca.al.gov.br


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