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5 formas de combater a superpopulação turística
O mundo está viajando mais e isso não é novidade para ninguém. Desde 2000, o número de turistas internacionais quase dobrou, indo de 674 milhões a 1,2 bilhão em 2016, mas nem todos estão felizes com isso. Barcelona e Veneza são dois dos mais famosos exemplos do impacto que a superpopulação turística tem causado nos últimos anos, chegando a causar até protestos de moradores contra turistas.

Destinos com altos, e crescentes, números de visitação tentam se preparar para receber os viajantes, mas nem sempre isso é o suficiente. Considero [essas cidades] como canários em uma mina de carvão, comparou a diretora da Iniciativa Internacional de Turismo Sustentável da Escola Pública de Saúde de Harvard, Megan Epler Wood, ao falar da iminência de um problema muito maior.

Segundo Megan, esses protestos mostram que os moradores não querem que o Turismo afete suas vidas, fato que coloca os locais contra os turistas e que pode se tornar uma questão bem mais complicada no futuro.

A discussão sobre o tema só tende a crescer, mas como combater os problemas causados pela superpopulação turística para que eles não evoluam? O portal Skift preparou uma lista com cinco soluções que podem ajudar os destinos em casos como estes.

LIMITAR OPÇÕES DE TRANSPORTE
Na Europa, os trens surgem como opção interessante quando o objetivo é se deslocar para países vizinhos, enquanto os preços de passagens em lowcosts também facilitam a vida de quem quer viajar pelo continente. No mar, a crescente oferta de cruzeiros marítimos leva passageiros a diversos destinos portuários.

Diante disso, a limitação das alternativas de acesso a esses destinos surge como opção para conter o número de turistas, mas toca em um ponto sensível: o econômico. Até que ponto os governos locais iriam para barrar companhias aéreas em seus aeroportos e como isso repercutiria para os viajantes e o mercado turístico?

TORNAR-SE MAIS CARO
Encarecer um destino não é uma tarefa das mais fáceis, mas já há movimentos nessa direção acontecendo. A Islândia, por exemplo, investiu em acomodações e experiências de luxo para transformar seu público, e viu, inicialmente, o crescimento do número de visitantes cair de 30% para 10% em apenas um ano.

Além de dar um respiro aos moradores dos destinos mais visitados, essa baixa no progresso da Islândia também foi positiva por conta de o mercado local poder se preparar melhor para entender as necessidades de um novo público. O resultado foi ter menos turistas, mas que gastam bem mais dinheiro no país, equalizando a balança e resolvendo o problema da superpopulação turística.

MELHORIAS EM MARKETING E EDUCAÇÃO
Tornar o marketing dos produtos mais realista é o primeiro passo para que o turista tenha uma experiência satisfatória. É preciso entender a necessidade de informá-lo sobre datas e horários em que o Museu do Louvre, por exemplo, terá menos fila para entrar. Esse tipo de informação facilitará não apenas a vida do viajante, que saberá quanto tempo precisa perder para acessar o museu mais visitado do mundo, mas também o operacional, que terá um cliente satisfeito e não uma reclamação sobre as inúmeras horas perdidas na fila em Paris.

Educar o turista sobre as características do destino também se torna uma função importante nos dias de hoje. Se viajar é sobre experimentar uma cultura diferente, então é necessário que o viajante esteja preparado para respeitar as tradições locais, sejam elas mais ou menos rígidas.

COLABORADORES INTERESSADOS
Órgãos de promoção têm começado a reconsiderar como podem servir os destinos de uma maneira melhor do que apenas aumentar o número de visitantes de maneira incansável, principalmente em locais que sofrem com a superpopulação turística.

Junto a grandes operadores, essas empresas tratam de tentar entender os impactos que o Turismo tem causado nos destinos, apostando, principalmente, em dados e estatísticas que mostrem o comportamento dos visitantes. Para onde vão, porque e como são apenas algumas das perguntas que podem garantir respostas essenciais na hora de apresentar números que determinem o impacto causado.

PROTEÇÃO IMEDIATA
Nos últimos anos, o sítio de Machu Picchu, no Peru, vem endurecendo as regras de visitação com a intenção de reduzir os danos ao monumento inca. Depois de definir horários, em julho deste ano a organização passou a separar o público em dois turnos, fazendo com que o ingresso não valha mais para o dia inteiro, e sim para um período individual (manhã ou tarde).

Estratégias como essa surge como alternativa tanto para atrações menores, mas também para Veneza. Determinar horários, turnos e até limite de visitantes é um ponto a ser estudado, uma vez que o objetivo é reduzir ou apenas organizar o número de visitantes, mas o desafio também aumenta quando o produto a ser protegido deixa de ser uma atração para se tornar uma cidade inteira.


Fonte: Panrotas


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