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Bofete, um nome que se levanta no cenário do ecoturismo brasileiro
Ouvir modas de viola, comer à moda dos tropeiros e acampar no Vale das Três Pedras formaram a tríade encantada na passagem do DIÁRIO em Bofete, cidade a 190 quilômetros a oeste de São Paulo.

O Brasil não conhece o Brasil, diz a música. O brasileiro menos ainda. Os 15 quilômetros que separam a sede do município de Bofete ao principal atrativo da região, as Três Pedras, tem um não sei o quê de original, autêntico por sua singularidade e, justamente por isso, não é um produto turístico para as massas. Ecossistema frágil, estruturas geológicas esculpidas pelo tempo e pelo vento, riachos claros e limpos e um ar que abre os pulmões e nos faz concluir: viver é simples e utilizar-se do que a natureza nos oferece, mais ainda, desde que a respeitemos.

A estradinha rural, sinuosa, segue ora margeando o Rio do Peixe , ora seguindo paralelo ao corpo da montanha denominada “Gigante Adormecido”, mas tecnicamente chamado de Cuesta, uma encosta com declividade ora suave, ora abrupta. O relevo é intrincado, composto por plantações de eucaliptos para reflorestamento, pastagem para gado de corte e pequenas propriedades onde se pratica a agricultura familiar. Aqui erguiam-se antigas fazendas de café, hoje as propriedades são chamadas chácaras com frutíferas e pequenas plantações para a subsistência.

Após uma hora de viagem chegamos ao Vale das Três Pedras.
A mais original cultura tropeira nos recepciona trajada à moda campeira, com lenço vermelho no pescoço (Foto: DT)


Trindade

A trindade pode ser entendida aqui como o encontro entre um grande silêncio, a visão das três corcovas de pedras e o espírito de acolhimento oferecido pelas pessoas. Bofete não é destino da moda e descobriu há pouco tempo sua vocação para o ecoturismo.

A mais original cultura tropeira nos recepciona trajada à moda campeira, com lenço vermelho no pescoço. Os cozinheiros preparam o churrasco, feijão tropeiro e o arroz carreteiro para mais à noite. O cheiro de lenha queimada, a árvore centenária que serve de abrigo natural e a mesa farta com queijos, pães e verduras apontam para um tempo de abastança. Enquanto tomamos o café feito no fogo à lenha e comemos o queijo artesanal, o dia cai. O sol, como um flash, ilumina as três pedras. Espetáculo para se fotografar agora e guardar na memória para sempre.

Pacote redondo

Este é um dos principais atrativos do município paulista encravado no caminho para o oeste do estado. “Trata-se de ecoturismo puro”, afirma o gerente de turismo do município, José Antonio Nicola. O serviço de receptivo é oferecido pela PoloCuesta Botucatu.
Camping Selvagem

O nome pode assustar mas a estrutura oferecida pela PoloCuesta é muito boa e nem de longe lembra selva. Constam barraca de camping armada com saco de dormir ou colchonete, banheiro para banho, alimentação (jantar, café da manhã, água e frutas), fogueira e lual (não opcionais), além de subida até uma das montanhas e a prática de rapel. Apenas em casos excepcionais a bateria dos automóveis pode ser utilizada, mas a energia elétrica não faz parte do pacote e os celulares podem ser esquecidos.

Noite acampada

Os monitores do PoloCuesta armaram as barracas em formato de aldeia protegidos por mangueiras, caso a chuva tomasse conta do ambiente. A chuva não veio e a noite foi perfeita. Viola caipira sua excelência, comida tropeira viajando no corpo, conversas ao redor da fogueira e a clara impressão que o Brasil há de conhecer o Brasil.


Fonte: diariodoturismo.com.br


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