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Furacões: Especialistas orientam brasileiros com viagens para áreas atingidas
Atingidos pela tempestade tropical Irma, os aeroportos internacionais de Miami e Fort Lauderdale-Hollywood na península da Flórida, nos EUA, permaneceram fechados na segunda feira (11). Alguns voos comerciais do Aeroporto Internacional de Orlando, no entanto, começaram a ser retomados nesta terça (12), mas o site do local informa que apenas pessoas com assentos e trajetos confirmados devem se deslocar até lá.

O Aeroporto Internacional de Miami também retomou gradativamente os voos programados para terça. Para mais informações, as pessoas podem acessar o site do aeroporto. Segundo estimativa de sites especializados, mais de quatro mil voos foram cancelados na Flórida desde quarta-feira passada, na escalada da tempestade tropical Irma. A expectativa é de que a situação seja regularizada durante a semana, embora outros 150 cancelamentos estivessem previstos até esta quarta-feira no MIA, FLL, além dos aeroportos internacionais de Orlando, Tampa e Southwest Florida.

Os brasileiros que tinham viagens marcadas e pacotes turísticos contratados para as áreas atingidas pelos furacões estão em dúvidas sobre o que fazer. Apesar de afastado o perigo, muitos locais ficaram destruídos, o que impossibilita o turista de desfrutar dos serviços e passeios contratados. E mesmo para aquelas localidades que estão em condições de receber turistas, há quem tenha perdido o interesse pela viagem. Advogada e representante da Proteste Associação de Consumidores, Sandra Amaro diz que, embora a situação assuste, há sempre uma solução. O primeiro passo, segundo Sandra, é o cliente procurar o fornecer, seja a empresa aérea, o hotel ou a agência de turismo onde fechou o pacote, para tentar um acordo amigável para não sair no prejuízo.

Aos poucos, os voos vão sendo restabelecidos, mas o problema é que ele não vai conseguir fazer passeios, ir a restaurantes e visitar parques e outras atrações que estava pretendendo fazer na viagem. Só por isso, esse consumidor já tem uma perda, vai ter frustrada sua viagem. Ele pode até chegar, mas sua programação vai estar prejudicada

Segundo a advogada, há pelo menos três opções: pode tentar transferir a data da viagem, ficando assim um crédito junto a esses fornecedores; rescindir o contrato e solicitar a devolução do valor já pago; ou, ainda, trocar o local de destino de seu pacote.

Com base no artigo 6º do CDC, que estabelece a proteção da vida, saúde e segurança como direitos básicos do consumidor, o Procon-SP reforça que o turista com viagem marcada para regiões que passam por situações de emergência, como terremotos, furacões, pandemias, enchentes etc, tem o direito, a sua livre escolha, de trocar o pacote ou passagem para outra data ou local, sem pagamento de tarifas ou taxas, ou de cancelar o contrato, com direito à restituição de quantia eventualmente antecipada, atualizada monetariamente e sem pagamento de multas.

Na opinião de Sandra, nestas horas, as empresas têm que se sensibilizar nestas situações, pois não se trata de uma desistência do consumidor: É uma situação fora do controle do consumidor e as empresas possuem meios para oferecer essas alternativas. As empresas ainda têm dificuldade, mas precisam entender que vale a pena atender bem o consumidor. Pois, se ele sair satisfeito de como o problema foi solucionado, vai voltar a contratar e indicar o serviço daquele fornecedor a outras pessoas. É uma maneira de fidelizar aquele cliente

Para aqueles que chegaram a seu destino, mas tiveram a programação prejudicada pelos furacões, deixando de ir a parques e fazer passeios, Sandra diz que, no geral, eles podem pleitear um abatimento proporcional do valor total, sendo liberados, por exemplo, de pagar algumas das parcelas a vencer.

Ele contratou algo que está impedido de usufruir como gostaria por conta daquela situação. Nossas orientações são baseadas no Código de Defesa do Consumidor (CDC), que prega os princípíos de boa-fé e de transparência entre as partes. O código fala da compatibilização de interesses tanto do fornecedor como do consumidor, que estão previstos em lei. Por isso, orientamos o consumidor sempre o fornecedor para expor sua real situação e, a partir daí, buscar uma solução amigável

Com informações do Jornal O Globo

Fonte: Jornal de Turismo


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