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A Literatura de cordel na Paraíba
Considerado o berço da literatura de cordel do Brasil, a Paraíba tem como seu maior expoente o cordelista Leandro Gomes de Barros (1865-1918), nascido em Pombal, considerado o melhor cordelista e poeta popular do Brasil em todos os tempos, o pai da literatura de cordel brasileira, que escreveu 230 obras e vendeu milhões de exemplares. Possuía sua própria gráfica desde 1906 e seus folhetos se espalharam pelo Nordeste. É o autor mais lido dos escritores populares.

Foi Leandro Gomes de Barros quem publicou o primeiro folheto de cordel do Brasil, impresso na Paraíba por ele em 1893. O título da obra foi, provavelmente, “A Peleja de Manoel Riachão com o Diabo”.

Nas palavras do folclorista potiguar Câmara Cascudo, Leandro Gomes de Barros é o responsável por 80% da glória dos cantadores atuais e foi louvado também por Carlos Drummond de Andrade, que certa vez disse que se vivo à época votaria em Leandro Gomes de Barros como o príncipe dos poetas brasileiros, no lugar de Olavo Bilac.

Mesmo Ariano Suassuna utilizou uma de suas histórias, como a do cavalo que defecava dinheiro, no Auto da Compadecida.

Leandro Gomes de Barros é o patrono da Cadeira Número 1 da Academia Brasileira de Literatura de Cordel - ABLC, fundada em 1988 e que tem sede no Rio de Janeiro.

Na ABLC, ocupando atualmente a Cadeira Número 5, está o paraibano de Sapé,João José dosSantos, o Mestre Azulão um dos fundadores da Feira de São Cristóvão, dedicada aos Nordestinos no Rio de Janeiro.

Há nove patronos paraibanos na ABLC, Leandro Gomes de Barros, Cadeira 1, Apolônio Alvesdos Santos, Cadeira 4, João Martins de Athayde, Cadeira 12, Francisco das Chagas Batista, Cadeira 12, Silvino Pirauá de Lima, Cadeira 17, Manoel d’Almeida Filho, Cadeira 20, JoaquimBatista de Lima, Cadeira 21, Manoel Camilo dos Santos, Cadeira 34 e João Melchíades Ferreira, Cadeira 40.

São muitos os cordelistas paraibanos. Poder-se-ia falar deles, mas, dada a riqueza da Paraíba na literatura de cordel, teríamos que ter muito espaço para contar suas histórias e obras. Isso fica para uma próxima oportunidade.

Marcelo Soares Cardoso


Fonte: www.turismoemfoco.com.br


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