Cadastrar
Esqueci minha senha
Usuário: Senha:
Logar
Você pode utilizar nossa busca por palavra chave ou utilizar os critérios ao lado para obter uma listagem.

Buscar
Buscar
Selecione o Estado Categoria


GASTRONOMIAHOSPEDAGEMINFORMAÇÕES ÚTEIS
Selecione a Cidade Sub-Categoria


Destaques


Newsletter





CE: FORTALEZA
Bandeira - Fonte: Wikipédia

Clique na imagem para abrir a galeria de fotos
Depois de fracassadas tentativas de colonização por Pero Coelho, em
1603, e pelos padres Francisco Pinto e Luís Figueira, em 1607, não se tem notícia de novas expedições ao Ceará, até que as necessidades da reconquista do Maranhão exigissem a vinda de Martins Soares Moreno.
Moço, no dizer de historiadores, corajoso, forte e possuidor de todas
as virtudes dos paladinos portugueses do século XVII, erigiu, a 20 de janeiro de 1612, na barra do rio Ceará um fortim a que chamou São Sebastião. Em 1613, o fortim recebeu a visita de Jerônimo de Albuquerque, que, destinando-se ao Maranhão, passou por ali a fim de convidar Soares Moreno a participar da expedição.
Ausentando-se para o Maranhão. Moreno só voltou ao Ceará em 1621, encontrou o forte em ruínas mas reconstruiu-o tratando de apaziguar os indígenas;
distribuiu sementes, mudas de cana-de-açúcar e gado, procurando lançar as bases da prosperidade da Capitania. Permaneceu na terra ate 1631, quando teve de ir para Pernambuco lutar contra os holandeses. Sucederam-no no comando Domingos da Veiga Cabral e Bartolomeu de Brito Freire. O fortim, reduzido a estado precaríssimo, foi tomado pela expedição de George Gartsman e Henderick Huss, a 26 de outubro de 1637, ficando sua guarda sob a responsabilidade do tenente Van Hans, posteriormente substituído por Gedion Morris.
Em 1644, foi o forte assaltado e destruído por índios revoltados. Os flamengos voltaram em 1649, com 298 homens em duas embarcações grandes e dois
barcos menores, desembarcando a 3 de abril e levantando novo fortim, distante do
primeiro, a margem do riacho Pajeú na elevação de terreno chamado Marajaig. Este forte, construído segundo planta do engenheiro Ricardo Carr, recebeu o nome de Forte Schoonenborch, em homenagem ao governador de Pernambuco. Antipatizados e hostilizados pelos índios, os holandeses transferiram todos os alojamentos e instalações e subsistência para dentro do forte.
Tal situação perdurou até que, vencidos em Pernambuco, foram obrigados a entregar a praça de guerra a Álvaro de Azevedo Barreto, que a restaurou
convenientemente e lhe mudou o nome para Forte de Nossa Senhora da Assunção. Com o eficaz apoio e cooperação dos índios pacificados, deu início a construção de uma ermida, em 1654, restabelecendo, destarte, a colonização portuguesa.
Feito de madeira e estacas de carnaúba, por diversas vezes teve de sofrer reformas, ate desmoronar. No local do forte arruinado, foram lançados os alicerces
da Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção em 12 de outubro de 1812. Em 1847 a fortaleza sofreu remodelações e dez anos depois foi classificada como de 2.ª classe. Em 1910, foi desarmada, permanecendo como simples monumento histórico.
Fortaleza - a "loura desposada do sol" do poema de Paula Ney, participou de
movimentos cívicos da história do Brasil, antes e depois da Independência. Referência especial deve ser feita à atitude de bravos jangadeiros, chefiados por Francisco José do Nascimento, o "Dragão do Mar", os quais impediram o trânsito de escravos no porto da capital, tornando o Ceará o Estado pioneiro da abolição da escravatura no Brasil, a partir de 1884.
Fortaleza não é só bravura e civismo, é também ação e progresso. Atestam-no
vaivém da vida diária, suas chaminés fumegantes, seu incremento demográfico,
dificilmente acompanhado por algumas raras cidades. A metrópole cearense presta, sim sua colaboração ao progresso de todo o Pais.

Fonte: Biblioteca IBGE

Comentários: 1
Avaliação: 9,00




Selos

Turismo Agora - informações turisticas pelo fone: (53) 3228-3819.
Tire suas dúvidas rapidamente com nosso atendimento online 24 horas por dia.

Termos e condições de uso

Copyright © 2008 TRACKDATA